corpo de Mariana Bittencourt Santana, de 19 anos, foi sepultado hoje no final da manhã no cemitério em Porto dos Gaúchos (238 km de Sinop). O velório ocorreu na capela do município, segundo informou a funerária Cristo Rei ao Só Notícias. A jovem foi assassinada, ontem, na zona rural, após ser baleada pelo ex-companheiro, Agricele Teixeira de Miranda, de 41 anos, que também morreu no local, após tirar a própria vida. Segundo o boletim de ocorrência da Polícia Militar, ambos haviam mantido um relacionamento por cerca de quatro anos e estavam separados há aproximadamente dois meses. Conforme o pai da jovem, ontem ele havia ido até a propriedade do suspeito acompanhado da esposa e da filha, a pedido do próprio homem, para que a jovem retirasse seus pertences da residência. Enquanto Mariana e a mãe entraram no imóvel, o pai permaneceu do lado de fora conversando com o suspeito. Em determinado momento, o homem entrou na casa e, poucos minutos depois, foram ouvidos disparos de arma de fogo. Ao se aproximar, o pai da vítima se deparou com o suspeito armado e fugiu em busca de socorro. A equipe policial foi até o local e encontrou os corpos na residência. Mariana apresentava, inicialmente, duas perfurações por disparos de arma de fogo, sendo uma na região lombar e outra na região cervical. Já o suspeito estava caído com um ferimento na cabeça e com uma arma em mãos, o que indica, preliminarmente, um possível suicídio. A mãe da vítima presenciou os fatos, mas, devido ao estado emocional, não conseguiu prestar depoimento no momento e foi encaminhada para atendimento médico. No local, foram apreendidas duas armas de fogo, sendo um revólver e uma pistola calibre .380, além de grande quantidade de munições intactas e deflagradas. O local foi periciado pela Politec e os corpos foram encaminhados para exames de necropsia. A Polícia Civil investiga o caso. Mariana era operadora de caixa. Nas redes sociais, amigos e familiares lamentaram a morte da jovem. Escrito por Sandra Barreto jornalista grupo ws comunicação|
Vice-prefeito de Várzea Grande confirma renúncia e diz ter sido “enganado” por prefeita empresário Tião da Zaeli (PL) confirmou, esta tarde, que renunciará função de vice-prefeito de Várzea Grande. Ele deve ser candidato a deputado estadual e, mesmo não sendo obrigado pela lei eleitoral em renunciar, afirmou que vai deixar a prefeitura. “Irei renunciar. A minha decisão está tomada, mas estarei comunicando o partido hoje. Isso não era para ter vazado antes de eu conversar com o PL, mas a decisão está tomada. Agora vou conversar com o partido. Vai ser bem difícil voltar atrás”, disse ao Midia News. Ele sai fazendo duras criticas a prefeita Flavia Moretti. “O que nós conversamos com o eleitor não se concretizou e eu não tenho por que continuar em um projeto no qual também fui enganado. Não tenho mais relação com ela (Flávia). A partir do momento em que ela trouxe o secretário de governo do Kalil (ex-prefeito na gestão anterior) para ‘governar’ a prefeitura, deixei de ter qualquer relação com ela”, afirmou, referindo-se a Silvio Fidelis. Recentemente, ele disse que a prefeita fez “loteamento político” de cargos no primeiro e segundo escalões quando ao menos 3 aliados de Zaeli deixaram as funções. Escrito por Sandra Barreto jornalista grupo ws comunicação|
Polícia faz operação contra envolvidos em assassinato em MT e aponta ex-PM como executor
A Polícia Civil deflagrou esta manhã a Operação Linha de Mando, em Primavera do Leste, para cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão com foco no avanço das investigações sobre o homicídio de Afrelino Baptistella Júnior e a tentativa de homicídio contra uma conhecida médica do município, ocorrido em novembro de 2022, e na identificação de possíveis mandantes e executores do crime. Segundo a polícia, quatro pessoas tiveram a participação identificada no crime, dentre elas o mandante, a sua esposa, um policial militar, apontado como intermediário do crime, sendo o responsável por “encomendar o homicídio”, e um ex-policial militar que seria o executor do assassinato. As ordens judiciais decretadas pela Primeira Vara Criminal de Primavera do Leste com base em elementos reunidos ao longo da apuração, que apontam para a possibilidade de o crime ter sido planejado e executado mediante articulação entre investigados. Os mandados foram cumpridos em endereços ligados a investigados apontados como integrantes da possível cadeia de comando da execução. No dia dos fatos, um homem em uma motocicleta emparelhou com a caminhonete conduzida pela vítima e efetuou diversos disparos de arma de fogo calibre 9 milímetros. A dinâmica levantada pelos investigadores e o relato da vítima sobrevivente afastaram, em princípio, a hipótese de latrocínio, indicando uma ação premeditada, praticada em emboscada e sem anúncio de assalto. As investigações apontam que o crime teria sido motivado por um contexto complexo de relacionamentos pessoais, ciúmes, ameaças e conflitos interpessoais. Segundo a linha investigativa, há elementos que sustentam a hipótese de homicídio encomendado, com possível atuação de mandante, intermediador e executor. Ainda segundo a polícia, também foram reunidos depoimentos, relatórios de investigação, laudos periciais e dados digitais que reforçaram essa linha de apuração. Durante o cumprimento das ordens judiciais, os policiais civis localizaram, na residência de um dos alvos, uma munição no porta-malas de um veículo e, no interior da residência, uma pistola, com uma munição na câmara e três munições no carregador. O armamento foi encontrado no quarto, dentro do guarda-roupas. O suspeito foi autuado em flagrante pelos crimes de pelos crimes de posse ou porte ilegal de arma de fogo de uso restrito ou proibido e posse irregular de arma de fogo, acessório ou munição de uso permitido. Nas buscas nos quatro endereços, foram apreendidos materiais que serão encaminhados para análise pericial, incluindo a arma de fogo encontrada com o ex-policial militar, que poderá ser submetida a exames balísticos para verificar eventual compatibilidade com o homicídio. “O alvo é como investigado no inquérito que apura o homicídio, sendo apontado como possível executor do crime, o que torna a apreensão da arma um elemento relevante para o aprofundamento das diligências e confronto balístico”, explicou o delegado responsável pelas investigações, Eric Martins, através da assessoria Escrito por Sandra Barreto jornalista grupo ws comunicação|