Anderson Delgado Petersen, de 44 anos, morreu em um grave acidente envolvendo duas carretas na MT-320, ontem, nas proximidades da ponte sobre o Rio Alagado, entre os municípios de Nova Canaã do Norte e Alta Floresta. O outro condutor envolvido na colisão fugiu do local antes da chegada das equipes de resgate e da Polícia Militar.Segundo o boletim de ocorrência, ao chegar ao local, os policiais encontraram a equipe médica realizando o atendimento. Após avaliação, foi confirmado o óbito do motorista da carreta Scania de cor laranja. Conforme os primeiros levantamentos realizados no local, o caminhão conduzido pela vítima colidiu frontalmente com outra carreta Scania, de cor azul. Logo após o acidente, o motorista do segundo caminhão deixou o local.A PM realizou diligências na região na tentativa de localizar o condutor, mas ele não foi encontrado. Durante as investigações iniciais, os militares mantiveram contato com o proprietário do caminhão envolvido, que informou ter sido comunicado sobre o acidente pela concessionária e forneceu os dados do motorista que conduzia o veículo no momento da colisão.O local permaneceu isolado até a chegada da Polícia Civil e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), responsáveis pelos procedimentos periciais e pela apuração das circunstâncias do acidente.O caso foi registrado como acidente de trânsito com vítima fatal e omissão de socorro e será investigado pela Polícia Civil, que buscará esclarecer as causas da colisão e localizar o motorista que deixou o local após o acidente.
Dois reeducandos seguem foragidos após fuga durante trabalho externo em Sinop
Dois reeducandos que fugiram enquanto realizavam trabalho extramuros em Sinop na última segunda-feira (20) continuam sendo procurados pelas forças de segurança. A informação foi confirmada, hoje, ao Só Notícias pela secretaria de Estado de Justiça, que informou que ambos ainda não foram localizados.De acordo com o boletim de ocorrência registrado, a equipe de plantão da penitenciária foi acionada pelo setor de monitoramento após o sistema indicar que a tornozeleira eletrônica do reeducando Vanderson Teles havia sido rompida.Imediatamente, uma viatura deixou a unidade prisional para realizar buscas. Ao mesmo tempo, coordenadores que acompanhavam os presos na empresa fizeram a conferência dos trabalhadores e verificaram que outro reeducando, Hichard Nicolas Patrício Rodrigues, também havia desaparecido do local.Ainda segundo o registro, cerca de meia hora depois, o setor de monitoramento informou que a tornozeleira eletrônica de Hichard apresentava sinal desatualizado em razão de falha na comunicação via GPS. As equipes realizaram buscas no perímetro externo da unidade prisional e nas imediações, encontrando apenas uma camiseta supostamente pertencente a um dos fugitivos. Nenhum dos dois foi localizado, sendo a fuga confirmada oficialmente.Em nota encaminhada à reportagem, a Sejus informou que as buscas permanecem em andamento para recapturá-los.
Em sorriso: Casal que ganhou R$ 29 milhões na Mega-Sena descobre detalhe perturbador sobre o prêmio
Antes de tudo, vale destacar que o caso ainda está em tramitação na Justiça e não há decisão definitiva sobre quem é o legítimo proprietário do bilhete premiado.Casal segue sem acessar prêmio de R$ 29 milhões da Mega-Sena após bloqueio judicial. Disputa pelo bilhete premiado começou em 2023 e Justiça ainda vai decidir quem tem direito ao dinheiro. Um casal investigado por suposto furto de um bilhete premiado da Mega-Sena, no valor de aproximadamente R$ 29 milhões, continua sem acesso ao prêmio após a Justiça manter o bloqueio dos valores desde 2023. O caso aconteceu em Sinop, no norte de Mato Grosso, e segue aguardando julgamento. De acordo com a defesa, o casal chegou a apresentar o bilhete à Caixa Econômica Federal para receber o prêmio, mas, durante o procedimento de conferência, a Justiça determinou o bloqueio dos recursos. Desde então, o dinheiro permanece indisponível. Segundo o advogado dos investigados, o casal vive a situação de ser “milionário apenas no papel”, já que não pode movimentar ou utilizar qualquer quantia enquanto o processo judicial não for concluído.A disputa teve início após uma ex-funcionária de uma casa lotérica afirmar que ela e o marido seriam os verdadeiros proprietários do bilhete premiado. Conforme a investigação, o comprovante permaneceu guardado no estabelecimento após ser emitido durante um atendimento. A versão apresentada pela lotérica é de que o bilhete foi impresso com defeito e acabou sendo preservado no local sem ser cancelado, passando a integrar o patrimônio da empresa. Já a defesa sustenta que o bilhete pertenceria à funcionária, argumentando que eventuais prejuízos decorrentes de erros operacionais costumavam ser descontados do salário dos empregados. O prêmio fazia parte do concurso da Mega-Sena que distribuiu cerca de R$ 116 milhões entre quatro apostas vencedoras. Cada uma delas teria direito a aproximadamente R$ 29 milhões. Conforme entendimento mencionado no processo, o suposto crime investigado teria ocorrido no momento em que o bilhete foi retirado do cofre da lotérica, sendo esse o fato analisado pela Justiça. A eventual tentativa de resgate do prêmio não altera a natureza da investigação, segundo a decisão citada nos autos.Caixa Econômica Federal informou que não comenta processos judiciais em andamento. Já a lotérica envolvida preferiu não se manifestar. Agora, caberá à Justiça Estadual decidir quem é o legítimo proprietário do bilhete e, consequentemente, quem terá direito ao prêmio milionário.
Retomada pavimentação de avenida em Matupá de acesso ao setor industrial e bairros; R$ 7 milhões
A pavimentação da avenida Sebastião Alves Júnior foi retomada para fazer aproximadamente 3,7 km de pavimentação em duas pistas, com 12 metros de largura. Estão sendo colocados bueiros e aduelas em um córrego para ser feita sub base e base nesse trecho. Em outra parte da extensão ja foi feita drenagem. A via também terá rotatória no setor industrial. O contrato, com empreiteira em Alta Floresta, foi assinado no último dia 8. O investimento feito pela prefeitura é de R$ 7,3 milhões. A conclusão deve ocorrer em um ano.A avenida dará acesso ao centro, Cidade Alta, União, setor industrial, às margens da 163, onde estão dezenas de empresas e também é necessário acesso de carretas e caminhões carregados. A via dará acesso a MT-322, ao complexo turístico dos lagos e setor de chácaras.O prefeito Bruno Mena viabilizou, com o governo do Estado, convênio para a pavimentação e autorizou a elaborar o projeto de iluminação ornamental em LED no trecho pavimentado, com recursos próprios.