EXCLUSIVO: Filho de Teodoro, Marcelo Teodoro se encanta com Lucas do Rio Verde
Wesley Safadão faz história em Sorriso com noite de festa e público recorde
Recém-nascida é salva por bombeiros após engasgar durante amamentação em Campo Novo
Sinopense perde R$ 8 mil ao cair em golpe durante aquisição de carro
Um homem de 27 anos foi preso pela Polícia Militar, ontem à tarde, suspeito de estuprar uma mulher, de 41 anos, em uma residência no Jardim das Oliveiras. Conforme o boletim de ocorrência, os policiais encontraram a vítima do lado de fora da casa e relatou ter sido violentada sexualmente, pelo suspeito, que ainda permanecia no imóvel.
Preço do milho disponível em Mato Grosso melhora; frete de Sorriso a Miritituba baixa 5,4%
OAB Mato Grosso critica mudança nos critérios de justiça gratuita e conclama bancada a votar contra
Tangará da Serra é o 1º município de MT a exigir curso para uso de bicicletas e patinetes elétricos; veja como participar
ANTT licita controle da concessionária da BR-163 de Sinop a Miritituba; R$ 10 bilhões em obras
Empresário é executado a tiros em MT e esposa de atirador morre durante fuga em MT
O advogado Nauder Junior Alves Andrade foi condenado nesta segunda-feira a 10 anos de reclusão, em regime inicial fechado, pelo homicídio tentado de sua companheira. Conforme a denúncia do Ministério Público de mato Grosso, o crime ocorreu em agosto de 2023, no bairro Tancredo Neves, em Cuiabá.
Ele foi julgado pelo Tribunal do Júri de Cuiabá e optou por fazer a própria defesa em Plenário. O Conselho de Sentença acolheu a tese do Ministério Público de Mato Grosso e reconheceu que o crime foi cometido por motivo fútil, mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, em razão da condição de sexo feminino da vítima e envolvendo violência doméstica e familiar.
A juíza ordenou a execução imediata da sentença, negando ao réu o direito de recorrer em liberdade. Atuou no júri o promotor de Justiça Samuel Frungilo.
Segundo a denúncia, Nauder agrediu violentamente sua companheira com socos, chutes, golpes com uma barra de ferro e tentativa de enforcamento, causando-lhe múltiplos edemas traumáticos e escoriações. A tentativa de feminicídio não se consumou por circunstâncias alheias à vontade do réu, uma vez que a vítima conseguiu se desvencilhar, fugir e receber socorro a tempo.
O crime foi motivado por uma discussão entre o casal, desencadeada pelo uso de entorpecentes por parte do réu e por sua suspeita de infidelidade por parte da vítima. Conforme consta na sentença, “o acusado não apenas desferiu socos e chutes contra a vítima, mas utilizou-se de uma barra de ferro para golpeá-la reiteradamente, inclusive direcionando os ataques à cabeça e a outras regiões vitais, o que revela dolo intenso e vontade homicida acentuada”.
Ainda segundo a sentença, o réu prolongou deliberadamente as agressões, perseguindo a vítima por todos os cômodos da residência, submetendo-a a diferentes formas de violência e impedindo sua saída por várias horas. “A vítima passou por uma madrugada de tortura e pânico”, descreve.
A decisão judicial também destaca as graves consequências psicológicas enfrentadas pela vítima em decorrência do crime. A mulher relatou a necessidade de acompanhamento terapêutico contínuo para tentar reconstruir sua estabilidade emocional e retomar aspectos básicos de sua vida cotidiana. Além disso, afirmou que as marcas emocionais deixadas pelas agressões comprometem sua capacidade de concentração e afetam diretamente seu desempenho profissional.