governador e candidato à reeleição Otaviano Pivetta (Republicanos) fez campanha, esta tarde, em Sinop, e se reúne, na CDL com apoiadores. Ele se reuniu com o presidente da câmara, Moises do Jardim do Ouro, e 9 vereadores que formalizaram apoio à sua candidatura. Também estão com Pivetta o vice-prefeito Paulinho Abreu, deputado Dilmar Dal Bosco, a ex-prefeita e suplente de senadora Rosana Martinelli, o ex-prefeito Ademir Barbosa, empresários, representantes da classe médica e do setor de serviços de saúde. “Vim aqui receber o apoio de expressivas lideranças de Sinop, que me honram muito, que aumentam a minha responsabilidade sobre a tarefa importante que é governar o Estado de Mato Grosso”, declarou. Segundo Pivetta, um dos objetivos do encontro é discutir alternativas para melhorar o atendimento à saúde e a transição da administração do hospital regional do governo estadual para o Consórcio Público de Saúde Vale do Teles Pires, iniciada em maio. “Vai ser um encontro de esclarecimentos, de compreensão, entender o que nós podemos fazer juntos para melhorar o atendimento à saúde aqui de Sinop e dessa região”, acrescentou. Questionado sobre as propostas para o município, Pivetta afirmou que pretende manter investimentos estaduais em infraestrutura, educação, saúde e segurança pública. Na Educação, citou a construção de escolas estaduais do novo modelo adotado pelo governo e informou que outras duas unidades estão previstas por meio de financiamento do Banco Mundial. Na semana passada, foi publicada licitação para a construção de nove novas escolas estaduais em seis municípios de Mato Grosso, incluindo Sinop. Também estão contemplados Cáceres, Cuiabá, Rondonópolis, Tangará da Serra e Várzea Grande. Pivetta informou que deve visitar hoje ainda o 3o Comando Regional, onde deve se encontrar com cerca de 30 novos profissionais que estão participando da academia no município. O prefeito de Lucas do Rio Verde, Miguel Vaz, também acompanha Pivetta na visita a Sinop. Nesta quinta-feira, Pivetta vai a Tangará da Serra.
Colisão entre carro, bicicleta elétrica e patinete deixa adolescentes feridos em Sinop
Uma colisão envolvendo um carro BYD preto, uma bicicleta elétrica (scooter) e um patinete elétrico deixou três adolescentes feridos esta noite no cruzamento da avenida das Palmeiras com a avenida André Maggi, no Jardim Imperial. As vítimas foram encaminhadas ao hospital regional. De acordo com informações apuradas no local, o carro seguia pela avenida André Maggi, fazendo a rotatória para pegar a Avenida das Palmeiras, sentido BR-163, quando a scooter e o patinete, que seguiam pelo canteiro central da avenida André Maggi sentido avenida Jequitibás, colidiram com o carro. Três adolescentes ficaram feridos. Um jovem teve um ferro cravado no joelho, uma jovem sofreu várias escoriações e um corte contuso na perna e outra menor ficou ferida no rosto. Todos foram encaminhados ao hospital regional para atendimento médico. As circunstâncias do acidente serão apuradas.
O GESTOR E A CIDADE — AUSÊNCIA, COMPROMISSOS E DESAFIOS DE LUCAS DO RIO VERDE
MATÉRIA: O GESTOR E A CIDADE — AUSÊNCIA, COMPROMISSOS E DESAFIOS DE LUCAS DO RIO VERDE Lucas do Rio Verde, MT — 10 de setembro de 2026 A AGENDA DO PREFEITO: FORA DO MUNICÍPIO ENQUANTO PROBLEMAS SE ACUMULAM Nos últimos dias e semanas, a população de Lucas do Rio Verde tem feito uma pergunta recorrente: onde está o prefeito Miguel Vaz? Enquanto a cidade enfrenta dificuldades em praticamente todas as áreas da administração, o gestor não tem estado presente no município para liderar as soluções. Relatos e observações indicam que Miguel Vaz tem se deslocado constantemente para outras regiões e cidades, participando de eventos, encontros e atividades ligadas à campanha de candidatos do governo estadual e federal — tarefa que, embora possa ter importância política, não é a sua função principal neste momento. A população cobra: a prioridade do prefeito deve ser Lucas do Rio Verde. É essencial que ele esteja na cidade, comandando a gestão, visitando bairros, ouvindo moradores e tomando providências concretas. O que se vê, porém, é um gestor ausente, enquanto os problemas crescem e se acumulam — e não são poucos. EM CADA PASTA, DIFICULDADES SEM RESPOSTA SAÚDE – Casos e internações por dengue continuam altos — 45 apenas na primeira quinzena de agosto — com dois óbitos registrados;- A rede não consegue acompanhar o ritmo de crescimento populacional;- Ações de combate e prevenção avançam lentamente, sem coordenação centralizada;- Não há plano oficial apresentado para reverter o quadro de risco. EDUCAÇÃO – Profissionais sobrecarregados, com aumento de afastamentos por problemas de saúde;- Impactos da municipalização do ensino ainda sem solução estrutural;- Déficit de vagas e estruturas em construção que demoram a ser entregues;- Pendências judiciais e reivindicações da categoria sem desfecho. INFRAESTRUTURA E SANEAMENTO – Apenas 44,3% da população tem atendimento de esgoto — mais de 51 mil moradores sem serviço básico;- Riscos de alagamentos sem sistema de alerta;- Descarte irregular de lixo continua, favorecendo proliferação de doenças;- O Contorno Rodoviário, esperado há anos, ainda não saiu do papel — previsão de início apenas em 2027. SERVIÇOS E TERCEIRIZAÇÃO – Funcionários de empresas terceirizadas que prestam serviços à Prefeitura — incluindo áreas como alimentação, limpeza e manutenção — relatam salários atrasados e pedem pagamento há meses. Não há confirmação oficial sobre a causa ou prazo de regularização;- Essa situação gera insegurança, desmotivação e risco de paralisação de serviços essenciais. PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO – Crescimento urbano acelerado sem revisão adequada do Plano Diretor;- Falta de moradia acessível para a maioria da população;- Projetos estratégicos (ZPE, ferrovia, duplicação de rodovias) em fase de estudos ou negociações prolongadas. RESPONSABILIDADES DO GESTOR — O QUE A LEI E A POPULAÇÃO ESPERAM O prefeito é o responsável máximo pela administração municipal. Por lei e pela confiança recebida nas urnas, cabe a ele: Garantir o funcionamento dos serviços públicos essenciais — saúde, educação, saneamento, segurança; Planejar e executar obras e melhorias conforme a necessidade da população; Administrar recursos públicos com eficiência e transparência, respondendo pelos gastos e contratos;Resolver conflitos e cobrar resultados de secretários, servidores e empresas contratadas;Estar presente, conhecer a realidade do município e agir em defesa dos interesses locais. Quando o gestor se afasta para atividades que não correspondem ao exercício do cargo, deixa de cumprir o seu dever principal. E quando problemas como salários atrasados de trabalhadores terceirizados aparecem sem providências, a responsabilidade recai diretamente sobre a administração que contratou e fiscaliza esses serviços. O QUE MIGUEL VAZ JÁ FEZ NA GESTÃO Entre as ações e obras realizadas ou anunciadas durante o mandato, destacam-se: – Habitação: entrega de cerca de 4.223 moradias, lotes e unidades populares em diferentes programas;- Segurança pública: investimentos de mais de R$ 35 milhões em câmeras, cercamento digital, armamento e estrutura da Guarda Municipal;- Infraestrutura viária: apoio a projetos de duplicação da BR-163 e reordenamento do trânsito urbano;- Desenvolvimento econômico: atração de novos investimentos, como o terminal de combustíveis da Setta Combustíveis, e incentivo ao setor produtivo;- Educação: manutenção da rede com resultados positivos no Ideb (nota 6,9 em 2025). O QUE AINDA NÃO FEZ — E O QUE PODE E DEVE FAZER PELA POPULAÇÃO O QUE FICOU PARA TRÁS: – Não apresentou plano estrutural e urgente para conter a dengue e reorganizar a saúde pública;- Não resolveu a questão do esgotamento sanitário — mais da metade da cidade ainda sem atendimento;- Não garantiu o pagamento em dia e a fiscalização efetiva de contratos com empresas terceirizadas — trabalhadores reclamam de atrasos;- Não deu andamento definitivo ao Contorno Rodoviário, projetado há anos;- Não atualizou o Plano Diretor para acompanhar o crescimento acelerado;- Não resolveu de forma definitiva a sobrecarga e as reivindicações dos profissionais da educação. O QUE PODE E DEVE FAZER AGORA: 1. Retornar ao município e reassumir a liderança da gestão — a população precisa ver o prefeito trabalhando na cidade;2. Criar força-tarefa imediata para resolver o problema dos salários atrasados de terceirizados e fiscalizar rigorosamente todos os contratos;3. Apresentar plano de 90 dias para a saúde, com metas claras de redução de casos de doenças e ampliação de atendimento;4. Priorizar investimentos em saneamento — definir cronograma e recursos para levar esgoto a toda a cidade;5. Agir com firmeza junto ao governo estadual e federal para acelerar o Contorno Rodoviário e outras obras prometidas;6. Ouvir servidores, trabalhadores e moradores — abrir canais permanentes de diálogo e mostrar que os problemas são conhecidos e têm solução. CONCLUSÃO: A CIDADE PRECISA DO SEU GESTOR Lucas do Rio Verde é uma das cidades que mais cresce no Brasil — tem potencial, força econômica e gente trabalhadora. Mas também tem desafios enormes, que exigem dedicação integral, presença e capacidade de decisão. O prefeito Miguel Vaz tem obrigação de estar aqui. Fazer campanha para outros candidatos não resolve o problema do esgoto, não diminui os casos de dengue, não paga os salários atrasados e não melhora a vida de quem mora aqui. A pergunta continua: quando o gestor vai perceber que a sua campanha é a própria cidade, e que a sua eleição já aconteceu — com a