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Em sorriso: Casal que ganhou R$ 29 milhões na Mega-Sena descobre detalhe perturbador sobre o prêmio

Antes de tudo, vale destacar que o caso ainda está em tramitação na Justiça e não há decisão definitiva sobre quem é o legítimo proprietário do bilhete premiado.Casal segue sem acessar prêmio de R$ 29 milhões da Mega-Sena após bloqueio judicial. Disputa pelo bilhete premiado começou em 2023 e Justiça ainda vai decidir quem tem direito ao dinheiro. Um casal investigado por suposto furto de um bilhete premiado da Mega-Sena, no valor de aproximadamente R$ 29 milhões, continua sem acesso ao prêmio após a Justiça manter o bloqueio dos valores desde 2023. O caso aconteceu em Sinop, no norte de Mato Grosso, e segue aguardando julgamento. De acordo com a defesa, o casal chegou a apresentar o bilhete à Caixa Econômica Federal para receber o prêmio, mas, durante o procedimento de conferência, a Justiça determinou o bloqueio dos recursos. Desde então, o dinheiro permanece indisponível. Segundo o advogado dos investigados, o casal vive a situação de ser “milionário apenas no papel”, já que não pode movimentar ou utilizar qualquer quantia enquanto o processo judicial não for concluído.A disputa teve início após uma ex-funcionária de uma casa lotérica afirmar que ela e o marido seriam os verdadeiros proprietários do bilhete premiado. Conforme a investigação, o comprovante permaneceu guardado no estabelecimento após ser emitido durante um atendimento. A versão apresentada pela lotérica é de que o bilhete foi impresso com defeito e acabou sendo preservado no local sem ser cancelado, passando a integrar o patrimônio da empresa. Já a defesa sustenta que o bilhete pertenceria à funcionária, argumentando que eventuais prejuízos decorrentes de erros operacionais costumavam ser descontados do salário dos empregados. O prêmio fazia parte do concurso da Mega-Sena que distribuiu cerca de R$ 116 milhões entre quatro apostas vencedoras. Cada uma delas teria direito a aproximadamente R$ 29 milhões. Conforme entendimento mencionado no processo, o suposto crime investigado teria ocorrido no momento em que o bilhete foi retirado do cofre da lotérica, sendo esse o fato analisado pela Justiça. A eventual tentativa de resgate do prêmio não altera a natureza da investigação, segundo a decisão citada nos autos.Caixa Econômica Federal informou que não comenta processos judiciais em andamento. Já a lotérica envolvida preferiu não se manifestar. Agora, caberá à Justiça Estadual decidir quem é o legítimo proprietário do bilhete e, consequentemente, quem terá direito ao prêmio milionário.

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