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Chamada:Entrevista exclusiva com Eduardo Bolsonaro realizada na última eleição municipal de MT, com autorização da família Bolsonaro. Sandra Barreto traz um conteúdo que já apontava os rumos da política nacional rumo a 2026. Introdução:Mesmo fora do Brasil hoje, Eduardo Bolsonaro segue como nome central para a sucessão presidencial de 2026 e uma das principais vozes do bolsonarismo. A entrevista exclusiva com ele foi feita ainda durante a última eleição municipal no Estado de Mato Grosso — momento em que já deixava claras suas posições, articulações e defesas diante do cenário político e jurídico. Com autorização formal da família Bolsonaro, a jornalista Sandra Barreto traz essa cobertura que, desde então, se mostrou um importante termômetro das estratégias que viriam a ganhar força. É um trabalho que demonstra acesso qualificado, apuração séria e consolida sua trajetória no jornalismo político de alto nível. 📌 Importância política e jornalística Mesmo fora do Brasil, Eduardo Bolsonaro é nome de grande destaque no cenário que antecede 2026 e principal referência do grupo político, num momento de forte pressão jurídica e isolamento do pai, Jair Bolsonaro. A entrevista exclusiva com ele foi realizada ainda durante a última eleição municipal no Estado de Mato Grosso, período em que já deixava claras suas posições e articulações. Suas falas, na ocasião e no desenrolar dos fatos, revelam movimentos que vieram a compor a estratégia política e eleitoral — funcionando como um termômetro antecipado para a sucessão. Conseguir esse conteúdo exclusivo já naquele momento foi um fato raro e de grande valor informativo: trouxe versões originais, posições sobre justiça, economia e relações exteriores, diretamente da fonte.
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Nesta sexta-feira (27/6), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) alterou o decreto 9.199, de novembro de 2017, que impedia o Ministério das Relações Exteriores do Brasil de custear o traslado de corpos de brasileiros mortos no exterior. Anteriormente não havia obrigação por parte do governo brasileiro no pagamento desse transporte, mas agora há margem para alguns casos.
A alteração aconteceu após a morte da carioca Juliana Marins, de 26 anos, que caiu em um vulcão na Indonésia e não resistiu. O caso ganhou grande repercussão nacional nesta semana. A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) e passa a valer a partir desta sexta-feira (27/6).
A família comprovar incapacidade financeira para o custeio das despesas com o traslado;
As despesas com o traslado não estiverem cobertas por seguro contratado pelo de cujus ou em favor dele, ou não estiverem previstas em contrato de trabalho, se o deslocamento para o exterior tiver ocorrido a serviço;
O falecimento ocorrer em circunstâncias que causem comoção; e
Houver disponibilidade orçamentária e financeira.
Cabe ao Itamaraty regulamentar. Os critérios e procedimentos para a concessão e execução do traslado serão regulamentados por meio de ato do Ministro de Estado das Relações Exteriores, informa o governo.
Na última quinta-feira (26/6), antes da alteração do decreto, Lula determinou ao Itamaraty para realizar o traslado do corpo de Juliana Marins. Já que até então, o ministério afirmava que não poderia realizar a operação.
“Conversei por telefone com Manoel Marins para prestar a minha solidariedade neste momento de tanta dor. Informei a ele que já determinei ao Ministério das Relações Exteriores que preste todo o apoio à família, o que inclui o translado do corpo até o Brasil”, disse o presidente.
Juliana caiu no vulcão na Indonésia no último sábado (21/6) e foi declarada morta apenas na última terça-feira (24/6), depois de quatro dias de tentativas de resgate. Quando socorristas conseguiram chegar até seu corpo, constataram que ela não havia resistido.
Segundo o resultado da autópsia divulgada por autoridades locais, a causa da morte da publicitária foi um trauma contundente, resultando em danos a órgãos internos e hemorragia. Foram encontrados arranhões e escoriações, bem como fraturas no tórax, ombro, coluna e coxa. De acordo com o especialista, essas fraturas ósseas causaram danos a órgãos internos e sangramento. Ele disse que a vítima sofreu ferimentos devido à violência e fraturas em diversas partes do corpo.