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Chamada:Entrevista exclusiva com Eduardo Bolsonaro realizada na última eleição municipal de MT, com autorização da família Bolsonaro. Sandra Barreto traz um conteúdo que já apontava os rumos da política nacional rumo a 2026. Introdução:Mesmo fora do Brasil hoje, Eduardo Bolsonaro segue como nome central para a sucessão presidencial de 2026 e uma das principais vozes do bolsonarismo. A entrevista exclusiva com ele foi feita ainda durante a última eleição municipal no Estado de Mato Grosso — momento em que já deixava claras suas posições, articulações e defesas diante do cenário político e jurídico. Com autorização formal da família Bolsonaro, a jornalista Sandra Barreto traz essa cobertura que, desde então, se mostrou um importante termômetro das estratégias que viriam a ganhar força. É um trabalho que demonstra acesso qualificado, apuração séria e consolida sua trajetória no jornalismo político de alto nível. 📌 Importância política e jornalística Mesmo fora do Brasil, Eduardo Bolsonaro é nome de grande destaque no cenário que antecede 2026 e principal referência do grupo político, num momento de forte pressão jurídica e isolamento do pai, Jair Bolsonaro. A entrevista exclusiva com ele foi realizada ainda durante a última eleição municipal no Estado de Mato Grosso, período em que já deixava claras suas posições e articulações. Suas falas, na ocasião e no desenrolar dos fatos, revelam movimentos que vieram a compor a estratégia política e eleitoral — funcionando como um termômetro antecipado para a sucessão. Conseguir esse conteúdo exclusivo já naquele momento foi um fato raro e de grande valor informativo: trouxe versões originais, posições sobre justiça, economia e relações exteriores, diretamente da fonte.
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O prefeito Roberto Dorner sancionou a lei 3.499/2025, que proíbe a utilização e distribuição de livros e materiais com conteúdo erótico nas escolas municipais de Sinop. A norma, aprovada pela câmara de vereadores, foi sancionada na última semana e publicada hoje no diário oficial do Tribunal de Contas do Estado.
A nova lei define como conteúdo proibido descrições ou representações gráficas de cenas sexuais explícitas ou implícitas, textos obscenos e imagens de órgãos genitais ou atos libidinosos. De autoria do vereador Hedvaldo Costa, o projeto justifica a medida como necessária para proteger crianças e adolescentes de influências contrárias aos “valores morais” ensinados em casa.
“Materiais didáticos podem estar influenciando os alunos sem o conhecimento dos pais”, argumentou o parlamentar, citando diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre o impacto de imagens no comportamento juvenil.
A lei ressalva que conteúdos científico-biológicos sobre reprodução humana permanecem permitidos, desde que adequados à faixa etária. A norma não define mecanismos de controle ou penalidades para descumprimento.